quarta-feira, 24 de março de 2010

A droga


E acabei por provar a mais viciante das drogas
E quem pode me julgar?
No jogo dinâmico da vida as coisas acontecem
Às vezes é tão repentino que podemos nem notar
.
Conheci a tal famigerada...
Diante das desventuras consegui achar algo a saborear
Parece uma espécie de capa alada
Transforma-me na intensidade antes tão desejada
.
A escuridão inexiste
A lua é diária
E a luz persiste...
.
No silêncio o coração palpita tão alto que se pode ouvir
A vida se torna uma alucinação repleta de cor
Isso sensibiliza e faz sentir
A força da maior das drogas, aquela que chamam de amor...
.
.
( Dando espaço a um dos novos talentos de nossa cidade (Camaquã), publico este poema do amigo Ivens Iskiewicz)

3 comentários:

Ivens B. Iskiewicz disse...

Muito obrigado por postar minha modesta poesia, Leandro!
Forte abraço!

Wanderley Elian Lima disse...

Eu quero ter uma overdose dessa droga. Parabéns ao poeta.
Um abraço

Hélder disse...

nuss, difícil dizer de forma diferente: Adorei!
As postagens daqui(sejam do Leandro ou de amigos) são sempre de qualidade!

abraço